Malha Aérea Internacional Do Brasil Mostra Força E Atinge O Maior Volume Desde 2019

Somente em agosto, foram 4.003 desembarques no país, o que representa 80,71% da capacidade demonstrada antes da pandemia 

Brasília - O número de chegadas de voos internacionais ao Brasil em agosto foi o maior já registrado desde o início da pandemia. Somente neste mês, foram 4.003 desembarques, o que representa 80,71% da capacidade demonstrada em 2019. Comparado ao mês de agosto de 2021, houve acréscimo de 232,35% nas conectividades internacionais. 

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Até julho de 2022, a malha aérea internacional mantinha viés de alta, acima dos 70% da capacidade de 2019, mas ainda não havia superado os 80%. “Isso demonstra que estamos no caminho certo e a tendência é chegarmos a 100% da nossa conectividade ainda em 2022”, afirma o Presidente, Embratur, Silvio Nascimento. 

Empenhada em atrair cada vez mais turistas estrangeiros e recolocar o Brasil, definitivamente, na prateleira do mercado internacional, a Embratur tem feito reuniões com empresas aéreas para aumentar a conectividade do país. Conforme a Gerência de Inteligência Competitiva e Mercadológica do Turismo da Embratur, até fevereiro de 2023, há previsão de 134 novos voos e frequências adicionais. 

Entre as novidades, destacam-se as rotas e frequências que ligam o mundo ao Nordeste do Brasil. Já em outubro, a Aerolineas Argentinas prevê o incremento de duas frequências nos voos Buenos Aires-Salvador. Em novembro, a TAP também estima o retorno de duas frequências de voos Lisboa-Salvador. No mesmo mês, a GOL retomará o voo Buenos Aires-Natal. A Air Europa prevê colocar em operação dois novos voos e uma frequência adicional, em dezembro, na rota Madri-Salvador. Também em dezembro, a GOL prevê novos voos: Miami-Fortaleza, Buenos Aires-Recife, Buenos Aires-Maceió e Buenos Aires-Salvador. 

Atualmente os continentes que mais possuem conectividade com o Brasil são a América Latina, com 2.068 voos mensais, a Europa, com 1.045 voos, e a América do Norte, com 762 voos. A conectividade com Estados Unidos e Canadá, em agosto, aumentou 28,36% em relação ao mês de julho. 

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